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Nossa Cidade »
Principal   Nossa Cidade   Histórico do Município

CARACTERIZAÇÃO

Instalação: 01/01/1939
Gentílico: sapucaiense
Populacao(2014): 6.678
Área: 285,10 Km2
Densidade Demográfica: 23,40/Km2
IDH(2013): 0,680

Mesorregião: Sul/sudoeste de Minas
Microrregião: Pouso Alegre
Distância da Capital: 374,60 Km
Altitude: 885,00m

          As primeiras notícias acerca da região datam do início do século XVIII e deve sua origem a penetração de bandeirantes à procura do ouro das Minas Gerais. Sapucaí-Mirim, como as demais cidades da região, tem como desbravador o bandeirante Gaspar Vaz da Cunha, "O Oyaguara".
          No começo do século XIX, as terras férteis e o ótimo clima atraíam os colonos, que se dedicavam à lavoura e pecuária. Além disto, o rio Sapucaí-Mirim, onde a pesca era farta e variada, fez com que ali se originasse os primeiros núcleos de população.
          Dando origem ao povoado que logo se denominou "SANT´ANA do Paraíso", tendo como padroeira a Nossa Senhora Sant'Ana. Dada a crescente povoação, vários outros residentes, fizeram a doação do patrimônio para formação do arraial, mandando edificar uma matriz em honra à padroeira Sant'Ana e ao rio Sapucaí-Mirim, em cujo vale está localizada a atual cidade.
          Sapucaí Mirim, primeiramente denominada Santana do Paraíso e posteriormente Sant´Ana do Sapucaí-Mirim, deve sua origem a penetração dos antigos bandeirantes em sua demanda a busca de minérios na região de Minas Gerais, segundo reza a tradição.
          Está situada no vale do Rio Sapucaí-Mirim, o qual lhe empresta o nome. Os seus fundadores, Bandeirantes, que partiram do município paulista de Taubaté, isto é, precisamente em 1853, tão logo aqui chegado localizaram -se no local denominado "Guarda Velha". Como o local confinava com o município mineiro de Camanducaia (então denominado Jaguari), existiam no referido local muitos posseiros vindos desses Municípios confinantes, e não tardou que se originassem disputas entre os possantes de Camanducaia e os desbravadores paulistas, questões essas certamente motivadas pelas divisas de terrenos aposseados. Não obstante essas disputas, os bandeirantes aqui conseguiram se fixar, dando dessa forma origem ao povoado que logo se denominou Sant´Ana do Paraíso, tendo como padroeira do lugar a Nossa Senhora de Santana, construindo também a Matriz de Sant´Ana, dada a crescente povoação do lugar. Uma das coisas que até hoje tem intrigado todos os que aqui passam é a denominação do lugar. Ninguém até a presente data conseguiu explicar e definir a etimologia do nome do lugar. Sabe-se somente que o nome é de origem indígena, nome esse dado ao rio que corta o município e a cidade, sem que ninguém, entretanto consiga dar o seu significado.
          Antes da vinda dos exploradores paulistas, o local era habitado por tribos indígenas, conforme provas as descobertas de diversos utensílios utilizados pelos mesmos. Entre essas descobertas citamos uma panela de barro, tipicamente indígena, descoberta pelo Senhor Miguel Luiz Moliterno em terrenos de sua propriedade, o que vem mais uma vez comprovar a antiga existência da vida indígena na localidade. Não se pode precisar qual a tribo a que pertenciam, mas supõe-se, segundo diversos estudiosos do assunto locais, que seja uma tribo desgarrada da raça dos coianazes, que habitava as beiras da serra da Mantiqueira, linha divisória entre Minas e São Paulo nesta região.           Não se pode igualmente presumir a que classe de atividade se dedicavam, porquanto não se encontraram quaisquer indícios que orientasse o pesquisador nesse sentido, Supõe-se no entanto, que tenham se dedicado a lavoura, embora não seja a atividade predominante no município atualmente, levando-se a tal crença o estado cansativo das terras do município todo. Ignora-se ainda a data em que registrou o desaparecimento total da raça indígena que habitava a localidade.
          Conforme já ficou esclarecido, a origem do município se deve a penetração dos antigos bandeirantes, oriundos do município paulista de Taubaté. Segundo documentos existentes na Paróquia de Santana, deste município, os desbravadores paulistas aqui se fixaram em 1853, e tinham como objetivo a procura de minérios preciosos, fixando-se no local denominado Guarda-Velha. Com a sua fixação no local, surgiram, em consequência, os núcleos e pequenas povoações em determinada área, notando-se maior agrupamento nas margens do Rio Sapucaí-Mirim (como era então conhecido o rio cuja denominação conserva-se até hoje). Isto teve como resultado a formação da vila, ou como era mais conhecida, da Capela Santana. Como sempre acontecia, como aqueles desbravadores paulistas, assim como possantes de Camanducaia que aqui existiam e mais tarde se imiscuíram, e se solidarizaram-se pela formação do lugar a par com a sua valentia, coragem e vontade férrea para o trabalho e outros misteres, possuíam também o espirito religioso, tinham suas virtudes e eram tementes ao seu princípio religioso.
          Assim é que com a crescente povoação do lugar, eis que um dos residentes e posseiros dirigiu, no ano de 1871, uma carta, ou melhor, um requerimento a Câmara de São Paulo, autoridade eclesiástica superior que dirigia o local na ocasião na parte religiosa, em que manifestava o seu desejo de constituir um patrimônio para a Capela de Santana, no que foi atendido. Esse posseiro de nome Ladislau Pereira de Carvalho, fala em nome de diversos outros devotos, e a área destinada ao patrimônio, doada pelos mesmos devotos era estimada em mais de 10 alqueires (mineiros).
          Segundo a tradição os desbravadores que aqui se fixaram e que posteriormente organizaram fazendas, tinham como atividade principal a lavoura. Como atividade secundaria, a pecuária. Os instrumentos eram primitivos e não possuíam escravos. Pelo menos nenhum indicio foi encontrado de que os mesmos possuíssem escravos. As casas em sua maioria eram construídas de material e estilo típicos da região, isto é, de madeira roliça cruzada formando quadrados, recobertas de barro, formando as paredes e cobertas algumas de sapé, e outras cobertas de telhas comuns. Estas casas eram conhecidas como casas de pau-a-pique. Existiam também as casas construídas de barro socado (taipa). Ambos os tipos descritos eram cobertos, em sua maioria de capim (sapé). Eram numerosas também as casas de tijolos, estas últimas cobertas somente de telhas coloniais, sendo que estas casas pertenciam àqueles mais remediados e de maiores recursos. Não havia propriamente uma urbanização. As casas eram construídas conforme o desejo do seu proprietário, sem obediência a quaisquer alinhamentos, abrindo-se posteriormente as ruas, seguindo alinhamento das construções.
          Como tinha de acontecer, a localidade foi se desenvolvendo. Embora a população não se multiplicasse muito, contudo o local aumentou, redobrando a atividade. Assim é que, graças a lei provincial n° 2.385, de 13 de outubro de 1877, a localidade foi elevada à categoria de Freguesia e Distrito Santana do Sapucaí Mirim. Tal elevação teve a sua consequência. Não tardou que, com crescente desenvolvimento do lugar o mesmo começasse a apresentar condições de capacidade para a vida política e sobretudo autonomia administrativa. Já se notava entre os residentes o sentimento de liberdade e emancipação político-administrativa. Entre esses podemos destacar os seguintes residentes: Rufino Teodoro da Cunha, Domingos Pereira Machado, Candido Justino Pereira, Donato Vita, ZeferidoBrandino Pereira, Manoel Rodrigues de Azevedo, Paulino Jose Tiburcio e Renato Gorgulho Nogueira. Tal fato se deu, mais ou menos por volta do ano de 1901. Data dessa época o incentivo dos esforçospara a emancipação administrativa do lugar. Os residentes e filhos do lugar tomaram mesmo a peito a batalha. Não obstante, somente quase 36 anos após, viram os mesmos sonhos concretizados, com a criação do Município de Sapucaí-Mirim, pela lei Estadual n° 15, de 17 de dezembro de 1937, com formação do município de Sapucaí-Mirim. Finalmente concretizava-se o sonho dourado dos habitantes de Sapucaí-Mirim, podemos citar os seguintes: Lamartine José de Faria, Vitrúvio Marcondes Pereira e João de Almeida Caldas. É digna de nota, igualmente, a pronta e direta intervenção do Sr. Dr. Benedito Quintino dos Santos, Diretor do Serviço Geográfico do Estado.
          Finalmente, a 1° de janeiro de 1938, instalou-se solenemente o município de Sapucaí-Mirim, cuja data havia sido previamente fixada pelo Decreto-Lei Estadual n° 15, de 17 de dezembro de 1937. A instalação fez-se com a máxima solenidade, assim rezam os documentos, referindo-se a época. Além dos fundadores do município, estiveram presentes à solenidade diversos representantes de outros municípios os quais citamos: Dr. Joubert Guimarães, representando o município de Paraisópolis: Dr. Venceslau Milton, representando o município de São Gonçalo do Sapucaí: Cap. Maximiano Ribeiro da Luz, representando o município paulista de São Bento do Sapucaí: Snr. José Vieira de Souza, representando o distrito de Gonçalves, do município de Paraisópolis: Sr. Lorival Fontes, representando o Snr. Dr. Orlando Murgel, DD, Diretor da Estrada de Ferro de Campos do Jordão. Discursaram na ocasião os senhores: Capitão Maximiano Ribeiro da Luz, o jovem acadêmico Milton Pereira, ilustre filho de Sapucaí Mirim, Dr. Venceslau Milton e Dr. Jorbert Guimarães, falando por seus respectivos municípios. Em seguida discursou o Sr. Vitrúvio Marcondes Pereira, seu primeiro Prefeito Municipal, nomeado. Em prosseguimento, falaram ainda os seguintes oradores: Lamartine José de Faria, representando a Lavoura: Benedito Silva Barreto, representando o comércio: João de Almeida Caldas, representando as autoridades do novel município.
          Os Prefeitos Municipais de Sapucaí-Mirim são os seguintes: 1° - VitrúvioMarcondes Pereira, nomeado; 2° - Joaquim Simões Almeida, nomeado; 3° - José Wilson Menegale, nomeado; 4° - Francisco Pinto de Carvalho, nomeado; 5° - Lamartine José de Faria, 1° Prefeito eleito; 6° - novamente Joaquim Simões de Almeida, 2° Prefeito eleito; 7° - e finalmente Vicente Claudino Barbosa, 3 ° Prefeito eleito, e atual dirigente da comuna.
          O distrito de Santana de Sapucaí-Mirim deve a sua criação a Lei provincial n° 2.385, de 13 de outubro de 1877, que o elevou a indicação de Freguesia, tendo sido tal ato conformado pela Lei Estadual n° 2, de 14 de setembro de 1891. A Divisão Administrativa, em 1911 apresenta-o sob a designação simples de Sapucaí-Mirim, e subordinado ao município de São José do Paraíso (hoje Paraisópolis). Segundo os quadros de apuração do Recenseamento Geral de 1920, o distrito novamente denominado de Santana do Sapucaí-Mirim, permanece jurisdicionado ao município de Paraisópolis (antigo São José do Paraíso).
          Por força da Lei Estadual n° 843, de 7 de setembro de 1923, o distrito na divisão administrativa relativo a 1933, contido no Boletim do Ministério do Trabalho, Industria e comercio, na divisão territorial datado de 31 de dezembro de 1936.
          Pela Lei Estadual n° 155, de 3 de novembro de 1936, destacando-se os seus artigos 1° e 6°, em que também se aprovava o convenio de limites entre Minas e São Paulo, foi autorizado o desmembramento de grande área do município de Camanducaia, e a desindexação do distrito de Sapucaí Mirim no município de Paraisópolis, para a consequente formação do novo município. E finalmente, pela Lei Estadual n° 15, de 17 de dezembro de 1937, foi criado oficialmente o município de Sapucaí-Mirim, fixando-se na mesma Lei a data para a sua instalação, que seria a 1° de janeiro de 1938. No quadro divisões territoriais, datadas de 31/12/1937, o distrito de Sapucaí-Mirim ainda está subordinado ao município de Paraisópolis. De acordo com o quadro anexo ao Decreto Lei Estadual n° 88, de 30 de março de 1938, o município de Sapucaí Mirim compõe-se de um único distrito, o da sede, o que igualmente se observa nas divisões territoriais do Estado, vigentes nos quinquênios 1939-1943, estabelecidas, respectivamente, pelos Decretos-Leis nº. 148, de 17 de dezembro de 1938, e 1.058, de 31 de dezembro de 1943.
          Os elementos existentes para o estudo da situação do lugar, no passado, são muitos escasso, poucos se podendo deduzir, que os antepassados do lugar se dedicaram com afinco à agricultura, a qual era praticado com instrumentos o mais rudimentar então existentes. Segundo ainda se pode deduzir, a produção principal era constituída pelo milho, batatinha, arroz, feijão. Em segundo plano de atividade podemos citar a pecuária.

 

 

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